JANEIRO 2019

Soja e outras plantas de verão em pleno crescimento.
Citros, café e cana de açúcar enfrentando limitações do clima.

 
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(mla)
:: CIÊNCIA DO SOLO E EXTENSÃO RURAL
Ondino Cleante Bataglia
O artigo foi originalmente publicado no Boletim Informativo da Sociedade Brasileira de Ciência do Solo: vol 37 n. 1, janeiro/abril de 2012, p22-25.

Um dos pontos destacados é a grande distância entre a teoria e a prática, com muitas pesquisas que são totalmente distanciadas da realidade.

"A própria Ciência do Solo precisa rever seus conceitos. Faz alguns anos que estou desenvolvendo um trabalho para a Fundação Agrisus, cuja missão é apoiar pesquisa e desenvolvimento visando à conservação e melhoria da Fertilidade do Solo. Essa fundação apoia o Congresso de Solos e tem a cada ano questionado porque o cientista de solo ainda não percebeu que a agricultura mudou. São milhões de hectares cultivados em plantio direto. Não se revolve mais e o solo fica recoberto por resíduos. Mas todos os eventos e teses na grande maioria ainda tratam de solo revolvido. Não houve ainda a percepção de que se trata de um novo ambiente. Um solo cuja biologia mudou, a física mudou e a química também. O agricultor já descobriu - os cientistas ainda não", comenta Bataglia em seu artigo.

Para ler o texto na íntegra clique aqui


(mla)
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