JANEIRO 2019

Soja e outras plantas de verão em pleno crescimento.
Citros, café e cana de açúcar enfrentando limitações do clima.

 
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:: PESQUISADORES DO PARANÁ FAZEM ESTUDO SOBRE ILP NA REGIÃO DO ARENITO CAIUÁ
Jonez Fidalski e Sérgio José Alves - fidalski@iapar.br
Uma das conclusões é que a altura de corte da braquiária ruziziensis não deve ser inferior a 23 centímetros nos sistemas de produção que integram bovinocultura de corte e soja em plantio direto.

Cerca de 3,2 milhões de hectares ou 16% da área total paranaense são originários do Arenito Caiuá, a maior deles explorados para a pecuária de corte e ocupados com pastagens de baixa produtividade, segundo Fidalski, citado pela Agência de Notícias do Paraná.

Os solos do arenito são frágeis, suscetíveis à perda de nutrientes, matéria orgânica e à erosão. Há décadas pesquisadores e pecuaristas buscam alternativas para reforma de pastagens degradadas e sistemas de rotação de culturas em plantio direto para a região.

Mais recentemente, os estudos apontam para a integração lavoura-pecuária. Nesse sistema, a sucessão de soja em plantio direto na primavera e verão e pastagem no outono e inverno melhora a qualidade química e física dos solos do arenito. “É uma boa opção de manejo conservacionista para a região”, conclui o pesquisador.

O projeto terá prosseguimento com a avaliação da braquiária brizanta, outra espécie de pastagem muito utilizada pelos pecuaristas do noroeste paranaense.

A região do Arenito Caiuá é objeto de várias pesquisas com apoio da Fundação Agrisus, desde 2004, com projetos conduzidos pelo engenheiro agrônomo Fernando Ribeiro Sichieri. Para ler a íntegra do artigo da Revista Brasileira de Ciência do Solo, "Altura de Pastejo de Braquiária e Carga Animal Limitada pelos Atributos Físicos do Solo em Sistema Integração Lavoura-Pecuária com Soja," clique aqui

(mla)
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