DEZEMBRO 2017- Semeaduras de primavera terminadas salvo algodão e R1 pelo clima errático. Erosões nas terras sem resíduos. Floradas atípicas trazem dúvidas sobre andamento. PIB do agro inferior no 3º trim. devido antecipação das exportações de soja.
 
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(mla)
:: PRÊMIO NORMAN BORLAUG É ENTREGUE DURANTE O 16º CONGRESSO BRASILEIRO DO AGRONEGÓCIO
O presidente da Fundação Agrisus, Antonio Roque Dechen, participou da cerimônia de premiação, realizada em 07/08, na capital paulista, juntamente com o presidente da ABAG, Luiz Carlos Corrêa Carvalho, Paulo Herrmann, presidente da John Deere Brasil e Celso Luiz Moretti, diretor executivo da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

JoãoK foi um dos idealizadores do atual sistema tecnológico Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), hoje já implantado em aproximadamente 11,5 milhões de hectares no Brasil. Paranaense, o agrônomo atua na Embrapa desde o início dos anos 1970, na área de fertilidade de solos, desenvolvendo pesquisas com o uso do plantio direto e recuperação de solos.

“É preciso agradecer a pesquisa agropecuária brasileira, a todos os produtores brasileiros porque todos fazemos parte disso”, disse o cientista. "Eu sou da época em que o Brasil importava alimentos e com tanta pesquisa, tanto empenho, hoje podemos ter quatro safras em um ano. Só nós podemos fazer isso”, afirmou o homenageado, se declarando extremamente emocionado com o prêmio.

O pesquisador contou que trabalha atualmente em pesquisas que incluem o girassol no Cerrado cultivado no sistema ILPF, e que vem novidades por aí. “O Brasil não tem limites”, disse, afirmando: “Se teve uma pessoa que contribuiu demais para que o Brasil fizesse essa revolução, foi o Norman Bourlag”.

O engenheiro agrônomo Norma Borlaug salvou da inanição centenas de milhões de vidas por seus trabalhos. Ele foi o primeiro ganhador, em 1970, do Prêmio Nobel da Paz por trabalhos na agricultura e é considerado o "pai da revolução verde". Nascido nos Estados Unidos, dedicou-se ao desenvolvimento de espécies de trigo resistentes a pragas e triplicou a produção mundial de grãos. Foi um ferrenho defensor do implemento de novas tecnologias, o que permitiu a produção de mais quilos por hectare.

Ao abrir o 16º Congresso Brasileiro do Agronegócio o presidente da ABAG, Luiz Carlos Corrêa Carvalho, destacou que o agronegócio deve viver uma nova fase revolucionária nos próximos anos. “Ao mesmo tempo em que pesquisas de organismos internacionais indicam que a demanda mundial por cereais deve crescer a metade do crescimento registrado nos últimos anos, o agro brasileiro terá grandes mudanças: o milho ultrapassará a soja em produção, haverá uma explosão na produção sustentável, com o avanço da iLPF – Integração Lavoura-Pecuária-Floresta", afirmou.

Fonte: Fundação Agrisus
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