JANEIRO 2019

Soja e outras plantas de verão em pleno crescimento.
Citros, café e cana de açúcar enfrentando limitações do clima.

 
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(mla)
:: GRAMÍNEAS FORRAGEIRAS PARA COBERTURA DO SOLO EM SISTEMA DE PLANTIO DIRETO
A consorciação de forrageiras com culturas produtoras de grãos em plantio direto é ainda um sistema relativamente novo, o que gera muitas dúvidas quanto aos efeitos destas forrageiras no solo, na quantidade de palha produzida e na competição com as graníferas. Portanto, torna-se importante conhecer o comportamento de gramíneas forrageiras quando inseridas no sistema de rotação de culturas, principalmente, com relação à sua produção de massa seca e tempo de decomposição, que podem afetar diretamente as propriedades físicas e químicas do solo e a produtividade dos grãos (CHIODEROLI et al., 2010).

Embora alguns estudos já tenham abordado a temática da consorciação de milho com gramíneas forrageiras, os mesmos têm priorizado o potencial de produção de palha das forrageiras e seus efeitos sobre a produtividade de milho e soja. O presente projeto visa agrupar num mesmo estudo as principais gramíneas forrageiras produtoras de palha (Urochloa brizantha cv Marandu, Urochloa ruziziensis, Urochloa humidicola, Urochloa decumbes, Panicum maximum cv Tanzânia, Panicum maximum cv Mombaça), e avaliar os efeitos dessas forrageiras sobre as propriedades físicas e químicas do solo, as quais são fundamentais para a sustentabilidade global de um agroecossistema.

Para ler a íntegra do relatório clique aqui

Fonte: Osvaldo Guedes Filho
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