JUNHO 19

Mês frio das tradicionais festas juninas, este ano deve ter calor acima da media em grande parte do país. Produtividades de plantas de inverno afetadas de forma imprevisível.

 
 ENTREGA PRÊMIO
 Busca
 
Voltar VoltarImprimirEnviar para um amigo
(mla)
:: EFEITO ALELOPÁTICO DO AZEVÉM NO MILHO
A semeadura do milho sucedida ao cultivo do azevém na entressafra vem apresentando frequentes problemas de emergência e crescimento inicial, o que irá comprometer o rendimento final da cultura.

O manejo da resteva do azevém necessita atenção especial nesse sistema de produção, pois libera substâncias químicas que podem influenciar na germinação e crescimento inicial das sementes da cultura seguinte, caso do milho. Essas substancias químicas, conhecidas na literatura como alelopáticas ou aleloquímicas, são resultado da síntese de metabólitos secundários (fenóis, terpenos e alcalóides) originários do metabolismo primário (carboidratos, ácidos graxos, lipídios e proteínas), específicos conforme a espécie de plantas. A forma de liberação destas substâncias no agroecossistema pode ocorrer na forma de lixiviação ou volatilização originários da parte aérea da planta, exsudação do sistema radicular e decomposição da planta.

Dessa forma, busca-se compreender os efeitos que a resteva de azevém proporciona no milho cultivado em sucessão. Se esses efeitos influenciam no atraso ou limitama germinação, emergência, desenvolvimento inicial e, por conseguinte, o rendimento de grãos da cultura.

Para ler a íntegra do relatório clique aqui


Fonte: Clério Hickmann
Voltar VoltarImprimirEnviar para um amigo

Conveniada: Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz - FEALQ 
Contato: agrisus@agrisus.org.br e agrisus@fealq.org.br