JANEIRO 2019

Soja e outras plantas de verão em pleno crescimento.
Citros, café e cana de açúcar enfrentando limitações do clima.

 
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(mla)
:: EFEITO ALELOPÁTICO DO AZEVÉM NO MILHO
A semeadura do milho sucedida ao cultivo do azevém na entressafra vem apresentando frequentes problemas de emergência e crescimento inicial, o que irá comprometer o rendimento final da cultura.

O manejo da resteva do azevém necessita atenção especial nesse sistema de produção, pois libera substâncias químicas que podem influenciar na germinação e crescimento inicial das sementes da cultura seguinte, caso do milho. Essas substancias químicas, conhecidas na literatura como alelopáticas ou aleloquímicas, são resultado da síntese de metabólitos secundários (fenóis, terpenos e alcalóides) originários do metabolismo primário (carboidratos, ácidos graxos, lipídios e proteínas), específicos conforme a espécie de plantas. A forma de liberação destas substâncias no agroecossistema pode ocorrer na forma de lixiviação ou volatilização originários da parte aérea da planta, exsudação do sistema radicular e decomposição da planta.

Dessa forma, busca-se compreender os efeitos que a resteva de azevém proporciona no milho cultivado em sucessão. Se esses efeitos influenciam no atraso ou limitama germinação, emergência, desenvolvimento inicial e, por conseguinte, o rendimento de grãos da cultura.

Para ler a íntegra do relatório clique aqui


Fonte: Clério Hickmann
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